segunda-feira, 8 de junho de 2015

Resenha: Como eu era antes de você.

Até ano passado eu não conhecia a autora Jojo Moyes, então eu ganhei um livro dela chamado A garota que você deixou para atrás. Sabe quando vi o título não dei muita importância, mas depois deste livro comecei a amar esta autora. Prometo que mais para frente faço uma resenha deste livro, mas hoje eu vou falar de Como eu era antes de você.
Eu sinceramente se não conhece-se a autora não daria muita fé neste livro por conta do seu título. Então pequei o livro emprestado de uma amiga da faculdade em menos de 10 dias já tinha lido e chorado horrores.

Editora: Intriseca
Autora: Jojo Moyes
Título Como eu era antes de você

Sinopse do livro: Aos 26 anos, Louisa Clark não tem muitas ambições. Ela mora com os pais, a irmã mãe solteira, o sobrinho pequeno e um avô que precisa de cuidados constantes desde que sofreu um derrame. Além disso, trabalha como garçonete num café, um emprego que ela adora e que, apesar de não pagar muito, ajuda nas despesas. E namora Patrick, um triatleta que não parece interessado nela. Não que ela se importe.
Quando o café fecha as portas, Lou se vê obrigada a procurar outro emprego. Sem muitas qualificações, a ex-garçonete consegue trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Will Traynor, de 35 anos, é inteligente, rico e mal-humorado. Preso a uma cadeira de rodas depois de um acidente de moto, o antes ativo e esportivo Will desconta toda a sua amargura em quem estiver por perto e planeja dar um fim ao seu sofrimento. O que Will não sabe é que Lou está prestes a trazer cor a sua vida. E nenhum dos dois desconfia de que irá mudar para sempre a história um do outro.

  Não tem como não se apaixonar pela Lou, sabe aquelas personagens que você queria ter como amiga é ela. Lou não tinha nenhuma ambição, além de gosta de trabalhar como garçonete num café, mas um dia a vida dela muda porque o café onde trabalhava teve que fechar as portas e ela teve que busca um novo emprego. Com poucas qualificações Lou, se vê entre trabalhar num frigorifico de aves ou cuidar de um tetraplégico. Nisso ela conhece o Will do qual ela esta destinada a cuidar. Will ficou tetraplégico depois que um motoqueiro o atropelou, antes tinha uma vida agitada como CEO de uma empresa e praticava diversos esportes radicais.
  Mesmo com a total falta de experiencia para cuidar com pessoas a Sra Traynor mãe de Will contrata Lou. Ela inicialmente detesta seu trabalho. É difícil convive com Will pois ele sempre é grosseiro, hostil e amargo com ela, apesar disso ela se mantém no emprego para ajudar a sua família financeiramente.
  Aos poucos Lou e Will acabam se tornando amigos, e surge entre si uma relação de intimidade e carinho mutuo entre si. Will sempre indaga a Lou para pensar em coisas melhores para a sua vida. Incentiva a ela a ler mais, a buscar novos objetivos na sua vida. 
  A relação entre Will e Lou está harmoniosa e o começa aparecer um sentimento mutuo de querer bem entre os dois. Mesmo namorando Lou começa a ter sentimentos de amor por Will. O namorado de Lou é um triatleta focado demais no esporte e nem um pouco carinhoso com Lou. Esta já habituada a este relacionamento também não se importa, mas já não suporta a galera de amigos atléticas de Patrick.
  Lou descobre porque foi contratada a cuidar de Will. Ele planeja sua própria morte no prazo de dois messes, numa clinica especializada neste campo. O que a faz quase desistir do emprego novamente por não suportar que Will queira se matar, mas procurada pela mãe dele, esta pede que fique e ajude a ver um mundo melhor e quem sabe fazer o desistir do plano.
  Lou  está decidida a fazer Will mudar de ideia e começa a fazer passeios, ir a peças e concertos com Will e planejou até uma pequena viagem. Busca informações com o grupo de pessoas como Will no grupo pela internet. E isso também muda a ela, antes a garota sem planos para futuro, agora já planeja estudar, viajar e etc.
  Não vou contar o final, mas este livro me fez pensar em muitas questões.
  A primeira de como martirizamos pais e familiares que buscam a eutanásia para uma pessoa.
Fonte:http://www.nomundodoslivros.com/

  A segunda é pelo direito da vida. Não conseguimos realmente nos colocar no lugar da pessoa, quais são suas dores e se realmente você quer o melhor desta pessoa ou aja que ela tem que viver, porque simplesmente ela pode respirar. Cada um sabe as suas dores.
  A terceira, é que algumas pessoas entram na sua vida para muda você e você muda-las também, mas as vezes não conseguimos ver isto.
  Eu recomendaria muito esse livro para qualquer pessoa. Eu chorei, eu ri e me fez pensar sobre outras perspectivas.
O Livro vai ganhar um filme previsto para estreia ano que vêm, aguardamos ansiosamente por ele. 

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Resenha: Insurgente

Sinopse: Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. 

Insurgente é segundo livro da trilogia Divergente, se você ainda não leu o primeiro livro, não leia o post, pois conterá alguns spoilers.
Então o livro começa com a saída dos personagens Tris, Quatro, Peter, Marcus e Caleb, como termina o primeiro livro dentro de um trem para complexo da facção da amizade.
A autora explorou alguns pontos que eu relativamente gostei.
1_ Explicou como eram as facções, no primeiro livro ela explora muito o lado da facção da Audácia onde Tris escolheu e seu sistema de iniciação. Gostei de entender um pouco sobre as facções. De que na facção da amizade não existem lideres e todos fazem parte da votação, e que você não deve comer muito pão por lá. Que na franqueza a sinceridade e a verdade são fundamentais, mas que apesar de justos tomam atitudes que a mais se favorecem. Que a audácia podem ser cruéis, mas são livres. Que a abnegação é solitária, mas que a individualidade é vista como um defeito. E que na Erudição conhecimento é tudo, mas que o poder do conhecimento pode ser uma arma mortal.
2_ Vimos uma maturidade de sentimentos de Quatro por Tris. No primeiro livro sentia que ela amava ele, mas ele não dava o braço a torce para ama-la, e no segundo livro vimos que ele daria a vida por ela. (observação: amo o casal, mas achei desnecessárias algumas brigas e alguns afastamentos da Tris)
3_ Descobrimos porque Jeanine praticamente enlouqueceu para proteger uma informação.
4_ Tris e Christina voltam ser amigas. Sim eu amei essa parte e essa amizade que ajuda a ter o pé no chão. 


Coisas das quais eu quero uma explicação, porque o Quatro esconde tanta informação da Tris? Gente custa ele fala um pouco né. Provavelmente a autora explica isto no livro que tem o titulo Quatro. Não consigo compreende a família do Quatro, qual o problema do pai dele, ele é ruim ou bom, porque batia tanto nele, perguntas das quais ficaram sem respostas neste livro. Outra como uma mãe fingi que morre e depois volta como lider dos sem-facção dizendo que precisa da sua ajuda. Ok, eu como a Tris não confiamos nela.

Fora os meus questionamentos acima, gostei muito do livro. Gosto da dinâmica que autora escreve, sempre há ação e tudo muito bem interligado. 
E sobre o filme ? 
Digamos como foi uma adaptação, não vamos atirar pedras. Bem eu como leitora senti falta de algumas cenas. Eu gostaria que tivesse mostrado o porque da traição do Caleb, e não como tipo trai minha irmã porque sou desta facção ponto, no livro você tem o choque inicial, mas depois compreende o porque. O final poderia ser parecido com o livro a Tori matando Jeanine e etc. Mas é bom filme apesar das adaptações.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Resenha: A Fúria dos Reis




Sinopse:

Um cometa da cor do sangue e fogo atravessa o céu. E a partir da cidade antiga de Dragonstone às margens proibidas de Winterfell, reina o caos. Seis nações lutam pelo controle de uma terra dividida e pelo Trono de Ferro dos Sete Reinos, preparando-se para o embate através de tumulto, confusão e guerra.

É um conto em que irmãos conspiram contra irmão e os mortos se levantam no meio da noite. Neste lugar uma princesa se disfarça como um garoto órfão, um cavaleiro espiritual prepara um veneno para uma feiticeira traidora, e homens selvagens descem das Montanhas da Lua para devastar o campo de batalha.

Com um pano de fundo incesto, alquimia e assassinato, a vitória pode chegar aos homens e mulheres possuidores do aço mais frio … e corações mais gelados. Quando há um confronto entre reis, toda a terra treme.


Para quem leu A Guerra dos Tronos, sabe bem como é dividido a estrutura dos capítulos de George R.R. Martin, ou como apelidei ele carinhosamente George o cruel,é feita pela perspectiva de um personagem por capitulo. 
Coisas importantes , aconteceram no primeiro livro da saga  quando digo isso quero dizer basicamente que teve mortes importantes. O Rei Robert morreu e sua mão Ned Stark também, se você esta lendo o primeiro livro, para de ler por aqui para não ter spoilers.
Com a morte do Rei do trono de Ferro, quatro reis querem o reinado. Os irmãos de Robert, Stannis Baratheon e Renly Baratheon travam entre uma disputa de poder de qual irmão teria direito a coroa. Entre esta disputa, dois personagens me chamaram atenção a Melissandre, ou como conhecida no livro a Sacerdotisa Vermelha, braço direito de Stannis. E Brienne a protetora de Renly.
Outro Rei proclamado pelo povo do norte é Roob Stark, filho de Ned Stark assume o poder em busca de vingança para a morte do seu pai. Não há um capitulo onde ele seja o centro do capitulo, mas conhecemos ele pela perspectiva de Catelyn Stark sua mãe e outros personagens que falam da guerras que ele trava.
E por ultimo temos o Rei da Ilhas de Ferro, Balon Greyjov, que manda seus filhos ganhar terras para se vingar as humilhações passadas pelo Stark.
Temos também destacar o anão Tryrion Lannister, onde este toma posse de ser a mão do Rei. Nunca a mão do Rei foi tão sabia. Sempre desconfiando de tudo, vemos Tryrion usar da sua inteligencia para tentar acalmar o povo que morre de fome, apesar de odiado por quase todos ele lida bem com os empecilhos do caminho. Esse é um único Lannister que a gente ama, o resto a gente deixava queima né.
Arya continua sua saga pela sobrevivência, passa por diversos obstáculos e continua sendo minha personagem favorita, se passa por menino, tenta resgatar seus amigos, foge e recapturada por um Lannister, que não faz ideia de quem ela é, ajuda o povo nortenho a ganha o local, mas percebe que os nortenho que ela ajudou não são sua garantia para Winterfel e colocar mais um plano em ação, e acho que já falei demais.
Sansa continua prisioneira da Rainha, apesar de ter amadurecido um pouco continua uma menina medrosa.
Bran é nossa unica ligação com o norte neste livro e o personagem vai aprender que seus sonhos, são mais que apenas sonhos.
Fonte: http://www.gameofthronesbr.com/

Daenerys nossa mãe dos dragões, tem pouco capítulos sobre ela neste livro,onde se hospeda procura pessoas que ajude a lutar pela sua coroa de direito, que somente consegue desenrola isto no final do livro então estou ansiosa para saber mais dela no próximo livro.
Jon também é pouco citado, ele mais os homens da Muralha procuram pelo selvagens e porque homens mortos estão voltando a vida.
Se tem um personagem que peguei ódio, por ser um vira casaco, como um dos personagens o chamou é Theon Greyjov. Para mostrar ao seu pai que é um homem da Ilha de Ferro, luta contra a casa onde foi criado e toma Winterfel, para si. Na verdade o que me da raiva neste personagem é que ele acha que utilizando de violencia e força será respeitado, e suas manobras de guerras são nojentas até para os mais desumanos personagens de As cronicas de gelo e fogo.
Por fim vemos neste livro a Guerra em si, ao contrario do primeiro que a guerra estava mais sobre palavras traidoras, este está para a espada e sangue. Vemos realmente como povo reage as guerras e a fome trazida por ela.

Entre as frases que me marcou deixou esta da Rainha Cersei: "O amor é veneno. Um doce veneno, sim, mas mata do mesmo jeito.”
  


sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Imperfeito

   
Ao contrário do que pensam, eu nunca esperei por um príncipe em minha vida, sempre achei muito fácil para o príncipe essa história de "salva a donzela" e viver felizes para sempre.
    Nunca quis acredita que me apaixonaria apenas com um primeiro beijo ou um primeiro olhar. Amar é bem mais que clichês de contos de fadas.
   Lembro que minhas princesas favoritas, algumas nunca foram princesas realmente eram  mulheres fortes. Como a Mulan que não aceita que seu pai, já debilitado por outra guerra , seja enviado a mais uma guerra para lutar e esta cria  uma coragem para a própria para roubar sua armadura e luta por ele.
   Ou Anastasia que não lembra a sua origem, mas lutou a vida toda para reencontra a família e desisti da coroa por amar um cara imperfeito.
    E é neste ponto que eu quero chegar, sempre gostei do imperfeito, não estou falando daquele cara mulherengo, mas daquele cara que tem pequenos defeitos. Sabe aquele garoto perfeito, que todo mundo fala que você deveria namorar, então não é ele. Ele tem que ser mais do que qualidades.
   Gosto sim dos defeitos, porque também sou assim. Sou desastrada, ciumenta, teimosa, orgulhosa e até um pouco grossa, na verdade um pouco até demais; mas no meio desses defeitos, eu também sou aquela que prioriza a família e os amigos, que está disposta a te ouvir e por ser este ser imperfeito eu gosto do que é imperfeição.
   E por essas e outras nunca gostei dos príncipes, porque devem ser homens perfeitos. Entre o imperfeito feito para mim e o perfeito, eu fico com o imperfeito, porque talvez no meio dessa tamanha imperfeição há uma harmonia única e própria da vida.
Cristina Vitor    

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Pequeno Príncipe virou animação!

Se você como eu é apaixonada pelo livro de Antoine Saint-Exupéry, vai amar saber que a Paramount Pictures vai estreia ano que vem uma animação baseada no livro.

No trailer de abertura já temos Lilly Allen cantando "Somewhere Only We Know" , do Keane. Entre os dubladores teremos James Franco dando voz a Raposa. A direção da animação (Mark Osborne) é o mesmo responsáveis pelo filme Ku Fu Panda.
O filme está previsto para estreia em outubro nos EUA, no Brasil ainda não tem data marcada.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Refêrencias da Culpa é das Estrelas

Vi muitas postagens sobre este livro, e na maioria conta a sinopse do livro e sua opinião do leitor. Tirando as opiniões alheias resolvi fazer um post sobre referências. Para quem ainda não leu o livro e nem viu o filme, segue a sinopse do livro.

A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.



Uma das primeiras referência que Jonh Green usa no seu livro é logo no título do livro. Quando o autor terminou o livro ele não tinha um nome e utilizou dois ou três antes de A Culpa é das Estrelas, e em uma das suas conferencias virtuais com os fãs de seu vlog ele sugeriu que estes desse nome ao livro. Um dos fã citou uma frase de Shakeaspeare da peça Julio Cesar.
“A culpa, caro Brutus, não está nas estrelas, mas de nós mesmos, que nos rebaixamos ao papel de instrumentos (…)” Basicamente nesta fala Shakeaspeare está falando que não devemos bota a culpa de nossos atos nas estrelas. Mas, Jonh Green questiona quem é culpado por ter um câncer? Um fumante talvez e outras fatores que podemos evitar que pode iniciar um câncer, mas existem casos que o individuo apenas teve um fator genético e outros fatores que dos quais este não deve controle em evitar a doença. Então por conta disso ele põe o nome do livro de A Culpa é das Estrelas.

Outra referência que notei foi sobre a construção da abordagem de Augustus pela Hazel, do qual eu senti muita falta no filme, foi esta. 
Augustus encara Hazel a olhando sem desvia e ela pergunta a ele porque está olhando tanto para ela, e ele responde porque ela é bonita (isso qualquer um pode dizer né). Mas Hazel discorda dizendo que ela não é bonita e antes dela completa a frase ele diz.
_ Você é tipo uma Natalie Portman milenar. Tipo a Natalie Portman em V de Vingança.
A esta a referência que me chamou atenção. Primeiro porque ainda não tinha visto o filme, mas admiro a Natalie Portman. Então resolvi ver o filme, ao contrário de Hazel acho que ele este filme não é só o tipo do que os rapazes gostam. Eu gostei do filme ele retrata bem a teoria de anarquismo.
E o que tem o filme com o livro? Vejo muito do Peter Van Houten o autor do livro favorito da Hazel, ele tem uma fase bem cruel e ao mesmo tempo tem um lado doce como o personagem V. 

Assassin's Creed é outra citação no livro, o autor não cita especificamente o livro, mas quando ele cita O preço do Alvorecer que é o livro preferido do Augustus. O livro é baseado no jogo de video-game. O jogo não é semelhante ao do citado por Jonh Green, mas quando li o livro imaginei que ele fazia essa referência por conta que o jogo é bem sangrento, apesar de não ter zumbi.

Anne Frank, a visita a casa dela foi onde Augustus e Hazel deram seu primeiro beijo. Então mesmo com todos os seus problemas de saúde, Hazel ainda para pensar na vida de Anne. De como Anne Frank foi forte, e sua visão de mundo mesmo com as cortinas fechadas para não serem encontradas pelos nazistas. Nesta parte vi a Hazel no seu momento mais humano, que não importa quais sejam seus problemas, você vai encontrar alguém que tenha problemas semelhante ou maiores que você e que o mundo não vai parar só para você resolve-lo. E fiquei bem curiosa para ler o Diário de Anne Frank.


Recomendo que você leia e tire suas proprias conclusões, gostei tanto que me vicie nos livros de Jonh Green, sendo que já li Cidades de Papel, Quem é você Alaska?, e estou ansiosa para ler Teorema Katherine (que ganhe de aniversário) e Deixe a Neve Cair.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Top 5 de heroínas com arco e flecha!

No mundo dos personagens de ficção é mais comum herois masculinos usarem arco e flecha. Mas, separei 5 heroinas do mundo das telas do cinema.
Top 5 
5-Avatar Neytiti
Entra na nossa lista porque foi um sucesso de bilheteria, porque a Zoe Zaldana é um verdadeiro camaleão como atriz e porque quebrou o coração de pedra do protagonista do filme, fazendo ele mudar de lado e proteger seu povo.

 4- Guinevere Rei Artur
Lenda medievais tem que ter arco e flecha, uma Rainha interpretada pela Keira Knightley, em um dos contos mais famosos da historia. Merece está aqui.


3- Susana Pervensie As Crônicas de Nárnia

Susana é um pouco pessimista, mas sensata. Descrita no livro como uma das mais bonitas mulheres do mundo. Está aqui porque cuida dos irmãos nunca é fácil, porque tem um amor muito grande por Aslam. 

2- Merida - Valente
A Merida é da geração de princesa da Disney, que não precisa se casar para ser feliz para sempre. Gosto do comportamento impetuoso da personagem e seu amor pela família. 

1- Katniss - Jogos Vorazes
Abdica-se pela família, lutar até quase morre nos jogos. A garota em chamas, é definitivamente a minha preferida. Gosto da personagem porque ela é humana, ela tem dificuldades para demonstrar que ama as pessoas, mas luta por elas. Incêndio uma revolução sem ter a intenção e quando foi chamada a lutar teve que se convence que realmente aquilo era seus ideias, do contrário não lutaria;