Mostrando postagens com marcador A Culpa é das estrelas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador A Culpa é das estrelas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Pré( conceito) literário

Pode parecer irreal, mas ele existe. Já vi muitas pessoas criticando quem lê Jonh Gren, ou 50 tons de cinzas. Apenas parem com isso.
Se você não gosta do autor ou do estilo literário é um direito seu, mas criticar o gosto literário de outra pessoa aí convenhamos você tem preconceito literário.

Outro dia estava no Facebook e vi um post do Skoob que era um retuite da Saraiva dizia assim o post: “A menina diz que ama ler, mas só leu A Culpa é das Estrelas ... Ler um As Crônicas de Gelo e Fogo que é bom nada né?! #LerÉCultura. O que gerou uma discussão calorosa no post.
Entendi que era para ser levado na brincadeira, e que estava comparando os livros pelos volumes de páginas e que insinuava que somente ela leu só por modinha. Mas vamos aos, porém aqui.

1 Ler por modinha: Eu, você e qualquer outra pessoa já leu um livro influenciado pelos amigos ou pela mídia ou porque vai ser lançado um filme baseado no livro. Vou conta algo que aconteceu comigo. Em 2007 quando comecei a cursa Publicidade e Propaganda, ainda não tinha lido Harry Porter e nem vistos os filmes, e muitos da minha sala só falavam nisso, porém mesmo assim não assisti ou li na época, só li depois alguns anos mais tarde. Porém o filme baseado no livro Crepúsculo havia acabado de estreia e todo mundo só falava nele. Influenciada por também querer ter assunto ou está envolvido no assunto comecei a ler o livro e assisti todos os filmes, mas sinceramente não gosto muito da maneira que autora escreve. Aqui é apenas a minha opinião, não levem a ferro e fogo. Então sim, já li por modinha e não me venha me disser que você também, não lê. Até quem só lê clássicos, teve alguma influência.

2 Tamanho não é documento: Não importa quantas páginas tem o livro, o que importa se você está se divertindo ou te acrescenta algo.

3 Gênero literário não é para ser discutido: Existem diversos gêneros literário e cada um tem seu público alvo. Vou dar um exemplo, outro dia entrei numa livraria com os meus pais, e minha mãe soltou a seguinte frase: “Ela só gosta de ler livros feios, com monstros na capa. ” Então eu não sou muito fã de ler romances, mas leio. Os livros feios que minha mãe insinuou são as séries que leio. Eu amo distopias (Jogos Vorazes, Divergente etc.) Amo ler séries que tenha mitologia (Percy Jackson) Amo ler séries que tem dragões (Eragon, posso colocar nesse campo também Game of Thrones, né) e por ai vai. O  que acontece que raramente minha mãe vai acha as capas bonitas dos livros que leio, e neste ponto que está o preconceito, como minha mãe muitos, vão ter seus preconceitos com os gêneros literários, já vi muita gente criticando 50 tons de cinza sem ao menos ler, só por que não gosta do gênero,(obs: eu comecei a ler, mas achei meio meloso, como vocês leram acima não sou muito fã de ler romances, então não terminei de ler porque não gostei, mas isso não me dar o direito de criticar quem gostou).

E além disso, ainda tem o preconceito com os livros de colorir, o mais recente que vi. E também já vi isso quando lançaram: Destrua este diário. Gente vamos parar de encher o saco das pessoas. Ninguém vai virar um artista, talvez sim, mas não é o caso a ser debatido aqui. A maioria das pessoas que compraram o livro, compraram para se divertir, para relaxar da rotina. Um leitor nunca vai deixar de ler um livro, para pintar outro. Sim um leitor pode fazer as duas coisas. E pintar um livro não vai deixar uma pessoa burra, ou como li na crônica do Zeca Camargo, vai transformar as pessoas em pequenas e rasas de cultura, achando que se podem se transformar em um artista. Apenas parem com os preconceitos e aceitem os gostos literários de todos.

Vamos deixar a hipocrisia de lado e deixar as pessoas serem felizes da maneira que elas querem. Ler uma crônica de gelo e fogo não vai transformar você, mais sábio que alguém que leu A Culpa das Estrelas. Nem pintar vai de transformar em um acéfalo, só porque você não vai está lendo naquele momento. O importante é ser feliz, com o que você gosta de ler, gosta de ler clássicos, leia, gosta de distopias, leia, gosta de livro eróticos, leia,  e assim por diante , mas não perturbe o amigo do lado só porque ele não está lendo o mesmo que você. 

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Refêrencias da Culpa é das Estrelas

Vi muitas postagens sobre este livro, e na maioria conta a sinopse do livro e sua opinião do leitor. Tirando as opiniões alheias resolvi fazer um post sobre referências. Para quem ainda não leu o livro e nem viu o filme, segue a sinopse do livro.

A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.



Uma das primeiras referência que Jonh Green usa no seu livro é logo no título do livro. Quando o autor terminou o livro ele não tinha um nome e utilizou dois ou três antes de A Culpa é das Estrelas, e em uma das suas conferencias virtuais com os fãs de seu vlog ele sugeriu que estes desse nome ao livro. Um dos fã citou uma frase de Shakeaspeare da peça Julio Cesar.
“A culpa, caro Brutus, não está nas estrelas, mas de nós mesmos, que nos rebaixamos ao papel de instrumentos (…)” Basicamente nesta fala Shakeaspeare está falando que não devemos bota a culpa de nossos atos nas estrelas. Mas, Jonh Green questiona quem é culpado por ter um câncer? Um fumante talvez e outras fatores que podemos evitar que pode iniciar um câncer, mas existem casos que o individuo apenas teve um fator genético e outros fatores que dos quais este não deve controle em evitar a doença. Então por conta disso ele põe o nome do livro de A Culpa é das Estrelas.

Outra referência que notei foi sobre a construção da abordagem de Augustus pela Hazel, do qual eu senti muita falta no filme, foi esta. 
Augustus encara Hazel a olhando sem desvia e ela pergunta a ele porque está olhando tanto para ela, e ele responde porque ela é bonita (isso qualquer um pode dizer né). Mas Hazel discorda dizendo que ela não é bonita e antes dela completa a frase ele diz.
_ Você é tipo uma Natalie Portman milenar. Tipo a Natalie Portman em V de Vingança.
A esta a referência que me chamou atenção. Primeiro porque ainda não tinha visto o filme, mas admiro a Natalie Portman. Então resolvi ver o filme, ao contrário de Hazel acho que ele este filme não é só o tipo do que os rapazes gostam. Eu gostei do filme ele retrata bem a teoria de anarquismo.
E o que tem o filme com o livro? Vejo muito do Peter Van Houten o autor do livro favorito da Hazel, ele tem uma fase bem cruel e ao mesmo tempo tem um lado doce como o personagem V. 

Assassin's Creed é outra citação no livro, o autor não cita especificamente o livro, mas quando ele cita O preço do Alvorecer que é o livro preferido do Augustus. O livro é baseado no jogo de video-game. O jogo não é semelhante ao do citado por Jonh Green, mas quando li o livro imaginei que ele fazia essa referência por conta que o jogo é bem sangrento, apesar de não ter zumbi.

Anne Frank, a visita a casa dela foi onde Augustus e Hazel deram seu primeiro beijo. Então mesmo com todos os seus problemas de saúde, Hazel ainda para pensar na vida de Anne. De como Anne Frank foi forte, e sua visão de mundo mesmo com as cortinas fechadas para não serem encontradas pelos nazistas. Nesta parte vi a Hazel no seu momento mais humano, que não importa quais sejam seus problemas, você vai encontrar alguém que tenha problemas semelhante ou maiores que você e que o mundo não vai parar só para você resolve-lo. E fiquei bem curiosa para ler o Diário de Anne Frank.


Recomendo que você leia e tire suas proprias conclusões, gostei tanto que me vicie nos livros de Jonh Green, sendo que já li Cidades de Papel, Quem é você Alaska?, e estou ansiosa para ler Teorema Katherine (que ganhe de aniversário) e Deixe a Neve Cair.