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segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Resenha: Cidades do Papel


Editora: Intriseca
Titulo: Cidades de Papel 

Autor: Jonh Green

Já disse a vocês que amo os livros de Jonh Grenn, pois é eu amo.

Sinopse:
Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma.
Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte.
Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.



  Margo e Quentin tem apenas 9 anos quando encontram um corpo morto no parque do condomínio onde vivem, e aquilo faz com que a amizade dos dois acabem. Margo queria investigar o porque o cara morreu e Quentin queria esquecer isso.
  Gosto dessa teoria de fios da Margo, ela diz sobre o Sr que morreu porque estava triste por conta do divorcio.
"_ Talvez todos os fios dentro dele tenham-se arrebentado."
  Os fios simbolizam nossa coragem, nossos sonhos e tudo aquilo que te traz forças para viver cada dia. E cada um sabe quais fios já se quebraram dentro de si e quais os outros que te seguram todos os dias.
  Bem eles ainda eram cordiais uns com os outros, mas nunca amigos do quais, pedem favor no meio da noite. Até uma noite, onde faltava um mês para se formarem no ensino médio. Que Margo entrou pela janela de Quentin, pedindo o carro emprestado e um piloto de fuga, para fazer 11 coisas da sua lista de vingança.

Mas antes eles teriam que fazer compras:


    A lista continha entregas especiais de peixes para o ex namorado e ex amiga, uma foto inesperada do ex, uma vingança a uma amiga que não contou que ela estava sendo traída. Um pedido de desculpa a uma outra amiga que contou a verdade sobre a traição. Apronta com o guri mais bad boy da escola e por ultimo uma invasão ao SeaWorld.
  Entre as vinganças e a invasão houve uma parada ao um dos prédios comercias de Orlando. Uma das partes que eu gosto porque nela se encaixa uma metáfora interessante de Margo: "É uma cidade de papel. ... Todas aquelas pessoas de papel vivendo suas vidas em casas de papel, queimando o futuro para se manter aquecidas," Gosto desse pensamento porque me faz pensar o que eu estou fazendo hoje é para me manter segura ou feliz? Algumas pessoas se contentam em apenas viver essa vida de papel e outras acabam clausuradas nela. Não estou dizendo que é preciso fazer loucuras para ser feliz, mas o comodismo é viver como o papel.
  Então depois de uma noite de aventuras, Quentin segue sua vida normal, até saber que Margo fugiu de casa novamente. Os pais já nem se preocupam mais pois a filha já saiu de casa tantas vezes e voltou que decidem não corre atrás, mas ele não a desiste de procura.
Sempre que Margo foge ela deixa rastros, pequenas pistas. Os pais de Margo só se dão conta das pistas depois que a menina volta, mas dessa vez, Quentin acha que ela deixo as pistas para ele. E ele começa a buscar elas. Através de um livro que a Margo deixou para ele, sua primeira pista, ele acha outras e outras pistas até achar um lugar abandonado onde era antes uma loja de souvenirs. Depois de um tempo neste lugar ele acha a pista onde poderia está Margo.
  Quentin não quer esperar nenhum minuto e chama seus amigos para uma viagem de busca, os amigos inicialmente não gosta disso, mas concordam apenas se puderem voltar para o baile. Na viagem com os minutos contatos, eles passaram por diversas aventuras no caminho até encontrar o lugar que estava Margo.

  O que mais impressiona nesta história não é as aventuras em si, mas si os personagens. Quentin parece com todo mundo, sempre idealizando uma pessoa, na cabeça dele. Nos mostra que idealizamos algo que as pessoas não são, e que devemos aceita quem realmente somos.

Frases do livros:

_ Isso, sempre me pareceu tão ridículo, que as pessoas pudessem querer ficar com alguém só por causa da beleza. É como escolher o cereal de manhã pela cor, e não pelo sabor.

A cidade era de papel, mas as memórias, não.

É muito difícil ir embora - até você ir embora de fato. E então ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo.



Alguns livros citados:
Poema Canção de mim mesmo Walt Whitman
A redoma de vidro Sylvia Plath
Matadouro 5 Kurt Vonnegut.

  Por fim, o melhor deste livro é como os personagens buscam de encontrar, saber quem realmente são e aceitar também as pessoas como elas são e não como imaginamos.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Refêrencias da Culpa é das Estrelas

Vi muitas postagens sobre este livro, e na maioria conta a sinopse do livro e sua opinião do leitor. Tirando as opiniões alheias resolvi fazer um post sobre referências. Para quem ainda não leu o livro e nem viu o filme, segue a sinopse do livro.

A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer - a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.



Uma das primeiras referência que Jonh Green usa no seu livro é logo no título do livro. Quando o autor terminou o livro ele não tinha um nome e utilizou dois ou três antes de A Culpa é das Estrelas, e em uma das suas conferencias virtuais com os fãs de seu vlog ele sugeriu que estes desse nome ao livro. Um dos fã citou uma frase de Shakeaspeare da peça Julio Cesar.
“A culpa, caro Brutus, não está nas estrelas, mas de nós mesmos, que nos rebaixamos ao papel de instrumentos (…)” Basicamente nesta fala Shakeaspeare está falando que não devemos bota a culpa de nossos atos nas estrelas. Mas, Jonh Green questiona quem é culpado por ter um câncer? Um fumante talvez e outras fatores que podemos evitar que pode iniciar um câncer, mas existem casos que o individuo apenas teve um fator genético e outros fatores que dos quais este não deve controle em evitar a doença. Então por conta disso ele põe o nome do livro de A Culpa é das Estrelas.

Outra referência que notei foi sobre a construção da abordagem de Augustus pela Hazel, do qual eu senti muita falta no filme, foi esta. 
Augustus encara Hazel a olhando sem desvia e ela pergunta a ele porque está olhando tanto para ela, e ele responde porque ela é bonita (isso qualquer um pode dizer né). Mas Hazel discorda dizendo que ela não é bonita e antes dela completa a frase ele diz.
_ Você é tipo uma Natalie Portman milenar. Tipo a Natalie Portman em V de Vingança.
A esta a referência que me chamou atenção. Primeiro porque ainda não tinha visto o filme, mas admiro a Natalie Portman. Então resolvi ver o filme, ao contrário de Hazel acho que ele este filme não é só o tipo do que os rapazes gostam. Eu gostei do filme ele retrata bem a teoria de anarquismo.
E o que tem o filme com o livro? Vejo muito do Peter Van Houten o autor do livro favorito da Hazel, ele tem uma fase bem cruel e ao mesmo tempo tem um lado doce como o personagem V. 

Assassin's Creed é outra citação no livro, o autor não cita especificamente o livro, mas quando ele cita O preço do Alvorecer que é o livro preferido do Augustus. O livro é baseado no jogo de video-game. O jogo não é semelhante ao do citado por Jonh Green, mas quando li o livro imaginei que ele fazia essa referência por conta que o jogo é bem sangrento, apesar de não ter zumbi.

Anne Frank, a visita a casa dela foi onde Augustus e Hazel deram seu primeiro beijo. Então mesmo com todos os seus problemas de saúde, Hazel ainda para pensar na vida de Anne. De como Anne Frank foi forte, e sua visão de mundo mesmo com as cortinas fechadas para não serem encontradas pelos nazistas. Nesta parte vi a Hazel no seu momento mais humano, que não importa quais sejam seus problemas, você vai encontrar alguém que tenha problemas semelhante ou maiores que você e que o mundo não vai parar só para você resolve-lo. E fiquei bem curiosa para ler o Diário de Anne Frank.


Recomendo que você leia e tire suas proprias conclusões, gostei tanto que me vicie nos livros de Jonh Green, sendo que já li Cidades de Papel, Quem é você Alaska?, e estou ansiosa para ler Teorema Katherine (que ganhe de aniversário) e Deixe a Neve Cair.