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sábado, 7 de janeiro de 2017

A última carta de amor

Editora: Intrínseca
Titulo: A última carta de amor
Autor: Jojo Moyes

Sinopse: Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. De volta a casa com o marido, ela tenta, em vão, recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por "B", e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento, como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante.

Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado, Ellie começa a procurar por "B", e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas do próprio relacionamento.

Com personagens realisticamente complexos e uma trama bem-elaborada, A Última Carta de Amor entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda de Ellie e Jennifer. Um livro comovente e irremediavelmente romântico.


A última carta de amor é o primeiro livro publicado pela Intrínseca da autora Jojo Moyes e recentemente foi relançado com capa nova.
Capa da primeira publicação
  Conheci a autora Jojo Moyes com o livro A garota que você deixou para trás, livro que ganhei de presente, sinceramente e não esperava muito, porque com o título do livro achei que era algo clichê e me enganei redondamente. O livro não tinha nada de clichê e assim virei uma Jojolover. 
  A autora ficou famosa por conta do seu livro Como eu era antes de você, que virou filme no ano passado, e com certeza aumento os jojolovers. Jojo consegue escrever assuntos polêmicos de uma forma delicada e neste livro não deixou diferente.
  Temos duas protagonistas neste livro a jornalista Ellie Haworth, que até alguns anos atrás vivia para o seu trabalho, mas nos dias atuais vive dividida entre o caso que tem com um homem casado, um famoso escritor que conheceu quando foi fazer uma reportagem, e seu trabalho. Ellie foi incumbida de fazer uma reportagem especial sobre o início do jornal do qual ela trabalha e lá nos arquivos ela encontra uma carta de amor endereçada a Jennifer Stirling e fica tão encantada por esta, que busca encontra os protagonistas desta carta de um caso de amor proibido.
  Jennifer Stirling é a outra protagonista a dona da carta que Ellie encontrou. Jennifer no início do livro aparenta ser uma personagem fútil, uma mulher que se casou por status na década de 60. No decorrer do livro descobrimos que ela sofreu um grave acidente de carro e não se lembra nem de quem ela era. Por mais que todos seus amigos e marido parecem atenciosos e amáveis e lhes dizem que logo ela se lembrará de que era a Jennifer alegre e grande organizadora de eventos, ou como muitos dizem a alma da festa, ela sente que está faltando algo e não se sente bem no meio daquele meio social.
  É então que ela descobre as cartas, várias cartas de amor escondidas, endereçadas a ela, no qual ela descobre que estava vivendo um caso de amor fora do seu casamento, e tenta descobrir quem é o seu B.
 O livro tem várias vira-voltas e como mestre de emoções Jojo deixa o nossos sentimentos a flor da pele. É um livro maravilhoso, que nos faz pensar, eu que sempre fui contra traições e não foi dizer que sou a favor agora, me deu um tapa com luva de pelica. Neste livro a autora aborda o papel da mulher no decorrer dos anos e como era difícil e ainda é ser uma mulher independente, tanto Jennifer e Ellie, nos mostra isso nas diferente décadas. Apesar de Ellie ser bem sucedida na sua carreira, ainda é cobrada por não está casada ou num relacionamento que a leve a isso.
  Além disso, o livro nos mostra como era diferentes a nossa escrita hoje e antigamente. Eu como Ellie sinto falta de alguém que escreve com o coração e olhe que nem precisa ser uma carta. Hoje parece que disputamos entre si, para não deixar claro o que sentimos uns pelo outros.
  Podemos colocar como meta para 2017 ser mais humanos e dizer o que sentimos, o que vocês acham?

Trilha sonora para escutar enquanto ler este livro,  que acho que cai como uma luva. 😘




sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Imperfeito

   
Ao contrário do que pensam, eu nunca esperei por um príncipe em minha vida, sempre achei muito fácil para o príncipe essa história de "salva a donzela" e viver felizes para sempre.
    Nunca quis acredita que me apaixonaria apenas com um primeiro beijo ou um primeiro olhar. Amar é bem mais que clichês de contos de fadas.
   Lembro que minhas princesas favoritas, algumas nunca foram princesas realmente eram  mulheres fortes. Como a Mulan que não aceita que seu pai, já debilitado por outra guerra , seja enviado a mais uma guerra para lutar e esta cria  uma coragem para a própria para roubar sua armadura e luta por ele.
   Ou Anastasia que não lembra a sua origem, mas lutou a vida toda para reencontra a família e desisti da coroa por amar um cara imperfeito.
    E é neste ponto que eu quero chegar, sempre gostei do imperfeito, não estou falando daquele cara mulherengo, mas daquele cara que tem pequenos defeitos. Sabe aquele garoto perfeito, que todo mundo fala que você deveria namorar, então não é ele. Ele tem que ser mais do que qualidades.
   Gosto sim dos defeitos, porque também sou assim. Sou desastrada, ciumenta, teimosa, orgulhosa e até um pouco grossa, na verdade um pouco até demais; mas no meio desses defeitos, eu também sou aquela que prioriza a família e os amigos, que está disposta a te ouvir e por ser este ser imperfeito eu gosto do que é imperfeição.
   E por essas e outras nunca gostei dos príncipes, porque devem ser homens perfeitos. Entre o imperfeito feito para mim e o perfeito, eu fico com o imperfeito, porque talvez no meio dessa tamanha imperfeição há uma harmonia única e própria da vida.
Cristina Vitor    

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Férias ao Coração!


Dei férias ao meu coração,
parei de sonhar e idealizar as pessoas,
parei de procurar por um rosto
do qual meu coração vai palpitar.

Parei de me enganar com pensamentos,
que transformam amizade em amor.
Parei de ficar procurando em cada esquina
um sorriso que me faça suspirar.

Parei de procurar por cavalheiros,
guerreiros, poetas, boêmios 
e outros dos quais alimentavam as 
fantasias dos meu coração.

Parei de pensar que esbarraria
em alguém que derrubaria os meus livros
e me apaixonaria perdidamente.

Não tranque o meu coração 
em um baú empoeirado.
Apenas parei de 
ficar me enganando. 

Cristina Vitor

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Marcas!


Se não restou nada dentro de você,
é porque não era amor.
Uma atração talvez, carinho mútuo,
mas não amor.
Amor deixa marcas,
das quais não serão apagadas.

Você sempre lembrará algo deste amor.
Mesmo que essas lembranças de feriu,
e deixou cicatrizes das quais doem só de olhar.
Mesmo assim esse amor também deixou
algo bom dentro de você.

Com o tempo as cicatrizes doloridas,
vão ser somente marcas na pele da alma,
e você se lembrará com doçura dos bons momentos que tiveram.

Se você vai chorar, não sei, apenas sei
que vai valer a pena.
Pois é melhor amar e sofrer,
do que viver sem amar pelo menos uma vez.

O que você achou do post? Gostou do post, agora vocês podem curti a página do Simplesmente Modismo direito aqui do blog, no botão abaixo do Facebook, além disso se você quiser seguir o meu perfil no Twitte@Cristina_Vitor fique a vontade.  E você  também pode visitar a minha galeria no Flickr e curti as minhas fotos amadoras.
Um beijo suas lindas e lindos

sábado, 8 de setembro de 2012

I love dogs

Enquanto estava desocupada no serviço fiz este dois desenhos, acho que ficou bacana, pelo meu amadorismo:

Cristina Vitor

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

E se não restou nada...

Se não restou nada dentro de você
é porque não era amor.
Uma atração talvez, carinho mútuo,
mas não amor.
Amor deixa marcas,
das quais não serão apagadas.

Você sempre lembrará algo deste amor.
Mesmo que essas lembranças de feriu,
e deixou cicatrizes das quais doem só de olhar.
Mesmo assim esse amor também deixou
algo bom dentro de você.

Com o tempo as cicatrizes doloridas,
são ser somente marcas na pele da alma,
e você se lembrará com doçura 
dos bons momentos que tiveram.

Se você vai chorar, não sei, apenas sei
que vai valer a pena.
Pois é melhor amar e sofrer do que viver sem amar
pelo menos uma vez.
Cristina Vitor

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Não existe mais a posição de guarda!



A armadura e a posição de guarda não existem mais já estão abertas as portas e as janelas do meu coração para as possibilidades do destino.
As cicatrizes deixadas aqui se transformaram em apenas pequenas marcas na pele.
Não há mais medo, nem dor, há somente esperança. Essa sim é minha grande companheira. Pois quando tudo diz que não dará certo, vem ela do fundo do meu coração e diz: Se joga menina, esqueça as cordas que te prende, o mundo é grande demais para se olhar da janela.
Ele virá a qualquer momento não tenha medo, ele virá.
Cristina Vitor

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Meu Marley!

Antes de você ler este texto eu preciso lhe dizer que ele foi feito no momento de pura emoção e todas as vezes que eu leio começo a chorar acabo deixando passar algum erro de gramatica, espero que não tenha, mas fique o aviso.

Todas as vezes que assisto Marley & Eu, dou gargalhadas e choro muito, tudo porque ele me faz lembra o meu Marley. O meu Marley, não se chamava assim, mas Rafique. E você me pergunta: “Porquê esse nome?” Lembram do filme O Rei Leão e da cena do Simba sendo apresentado pelo macaco, então aquele macaco se chama Rafique. (observação não sei, se o nome se escreve assim originalmente, mas o meu Rafique se escreve assim.)
Eu e ele tivemos um início de relação complicada, no início eu não gostava do Rafique, apenas tinha dó e por isso lhe alimentava e cuidava; mas ele ao contrário sempre gostou de mim. Quer saber o porquê eu não gostava dele, simplesmente porque eu achava errado gosta dele, quando tinha acabado de perder o Bidu, achava que era traição gosta de outro cachorro.
Rafique teve que rebola, busca graveto, destruí os panos de chão da minha mãe, muitas vezes antes de eu gosta dele, livremente, e com o passar do tempo eu já não podia viver sem sua presença.
Lembro de quando nos mudamos de casa, ele fugiu e ficou uma semana perdido, para nossa sorte morávamos numa cidade pequena e meu pai o encontro num antigo vizinho de onde morávamos anteriormente. A partir daquele momento me dei conta o quando amava ele.
Rafique foi meu companheiro em diversos momentos da minha vida. Sempre vou me lembrar de quando ele escapava e queria nos acompanhar para todos os lugares que íamos.  Das vezes em que eu estava triste ou adoentada em que ele se sentava ao meu lado. Das inúmeras vezes em que eu brigava com ele para não subir no sofá. Da gente assistindo TV juntos. De como ele gostava de farelo de bolo (detalhe nunca alimente seu cão com doces.).
Do ciúme dele quando adotamos outro cachorro, o  Beethoven. Até ele se acostumar foi um custo. Um dia estava brincando com o Beethoven de rosto com rosto, tipo beijo de esquimó e vi que o Rafique estava com ciúme, então fui inventar de fazer a mesma coisa com ele, pra quê, ele me mordeu no nariz, ainda tenho a cicatriz.
Da vez que ele quase morreu envenenado, caçando um rato em casa. Ele era um ótimo caçador de ratos e aranhas caranguejeiras, eles não tinham a menor chance com ele.
No meio de tudo isso o Beethoven se foi antes do que imaginávamos, fiquei muito triste, por não poder fazer nada para salvar a sua vida. Ele foi assassinato por algum vizinho, que lhe deu uma bolinha de carne com cacos de vidro e como ele era novinho e inocente comeu, Rafique já era mais esperto e não caiu nessa armadilha, sinto muita falta dele.
Quando completei 14 anos, depois de alguns meses nos mudamos para Várzea Grande MT, e Rafique, óbvio veio com a gente. Nossa longa viagem de caminhão, foi acompanhada de paradas para saber se estava tudo bem com ele na caçamba, e é claro também com os móveis da mudança.
Anos se passaram e Rafique acompanhou todas nossas mudanças. Passou por todas nossas dificuldades e nunca mais fugiu, exceto quando ele fugia para dar as voltas dele, mas já voltava logo depois de namorar as cadelas do bairro e marca território.
 Um dos dias mais tristes da minha vida foi quando ele se foi. Sabem os cachorros de alguma maneira sente que vão embora, e eles se afastam da casa. Ele ficou doente e a velhice piorou o caso, não havia mais nada a ser fazer a não ser esperar.
Sinto-me culpada às vezes por não esta perto quando ele se foi, no dia em que ele morreu escrevi isto na minha agenda.
29 de julho, sexta-feira de 2009
“Foi embora o meu lindo. Quem eu vou chamar de meu preto? Manda beijos e colocar para dentro de casa quando chover? Quem vai sorrir, por simplesmente me ver? Quem?”
Sim, ele era um pedaço da minha família, um amigo, um companheiro. Ele odiava trovões e fogos de artifícios, mas me amava sem pedir nada. Por fim deixo a frase final do filme Marley & Eu:
"Um cachorro não precisa de carrões, casas grandes ou roupas de marca. Um graveto está ótimo pra ele. Um cachorro não se importa se você é rico ou pobre, inteligente ou idiota, esperto ou burro; dê seu coração pra ele e ele lhe dará o dele. De quantas pessoas você pode falar isso? Quantas pessoas te fazem sentir raro, puro e especial? Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário?" Marley & Eu
Rafique